Ministério da Saúde avalia criação de plano de saúde mais acessível
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, convidou nesta segunda-feira (8/8), representantes de entidades, públicas e privadas de defesa do consumidor, da classe médica e de planos de saúde a participarem do Grupo de Trabalho (GT) que vai debater o projeto de Plano Individual Acessível. Na última sexta-feira, o grupo foi instituído por meio da portaria nº 1.482, publicada no Diário Oficial da União. O anúncio foi feito durante encontro com o Grupo de Líderes Empresariais (Lide), em São Paulo.
“O grupo de trabalho permitirá que todos contribuam – órgãos e entidades representativas – para a criação de uma visão de como podemos ampliar a oferta de produtos de saúde suplementar, de modo que as pessoas possam contribuir, evidentemente, com a saúde, e ter também uma contrapartida que seja adequada. São serviços já ofertados pelo mercado. Não haverá um modelo estabelecido pelo governo”, explicou o ministro da Saúde, Ricardo Barros. A medida, segundo o ministro, permitirá colocar entre R$ 20 bilhões e R$ 30 bilhões por ano na saúde pública.
Durante 60 dias – prorrogáveis por até o mesmo período -, essas autoridades vão estudar e elaborar documentos técnicos para a qualificação do Projeto de Plano Individual de Saúde Acessível. Além disso, também vão ser desenvolvidos estudos de impacto financeiro. O objetivo do GT, que será coordenado pelo Ministério da Saúde, é ampliar a oferta de planos individuais, cujas regras estão previstas na Lei 9.656/1998. Atualmente, apesar de permitidos, o consumidor encontra dificuldade em contatar planos individuais. Dentro dos planos individuais, busca-se ainda a oferta de um serviço acessível ao consumidor.
Farão parte do grupo, representantes da Agência Nacional de Saúde (ANS) e […]











