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Genebra Seguros
8 08, 2016

Ministério da Saúde avalia criação de plano de saúde mais acessível

Por |2021-02-02T15:30:02-03:00agosto 8th, 2016|Plano de Saúde|0 Comentários

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, convidou nesta segunda-feira (8/8), representantes de entidades, públicas e privadas de defesa do consumidor, da classe médica e de planos de saúde a participarem do Grupo de Trabalho (GT) que vai debater o projeto de Plano Individual Acessível. Na última sexta-feira, o grupo foi instituído por meio da portaria nº 1.482, publicada no Diário Oficial da União. O anúncio foi feito durante encontro com o Grupo de Líderes Empresariais (Lide), em São Paulo.

“O grupo de trabalho permitirá que todos contribuam – órgãos e entidades representativas – para a criação de uma visão de como podemos ampliar a oferta de produtos de saúde suplementar, de modo que as pessoas possam contribuir, evidentemente, com a saúde, e ter também uma contrapartida que seja adequada. São serviços já ofertados pelo mercado. Não haverá um modelo estabelecido pelo governo”, explicou o ministro da Saúde, Ricardo Barros. A medida, segundo o ministro, permitirá colocar entre R$ 20 bilhões e R$ 30 bilhões por ano na saúde pública.

Durante 60 dias – prorrogáveis por até o mesmo período -, essas autoridades vão estudar e elaborar documentos técnicos para a qualificação do Projeto de Plano Individual de Saúde Acessível. Além disso, também vão ser desenvolvidos estudos de impacto financeiro. O objetivo do GT, que será coordenado pelo Ministério da Saúde, é ampliar a oferta de planos individuais, cujas regras estão previstas na Lei 9.656/1998. Atualmente, apesar de permitidos, o consumidor encontra dificuldade em contatar planos individuais. Dentro dos planos individuais, busca-se ainda a oferta de um serviço acessível ao consumidor.

Farão parte do grupo, representantes da Agência Nacional de Saúde (ANS) e […]

26 07, 2016

Olimpíadas do Rio possuem seguro contra terrorismo e desastres naturais

Por |2021-02-02T15:31:30-03:00julho 26th, 2016|Seguro de Eventos|0 Comentários

Aconteça o que acontecer, as Olimpíadas do Rio, marcadas para começar no dia 5 de Agosto, serão cobertas de forma ampla. Desta vez, por seguros.

Muitas potenciais ameaças se entrelaçam – Zika vírus, terrorismo, desordem civil -, mas seguradoras dizem que uma dramática interrupção ou cancelamento dos Jogos não deixarão os organizadores de mãos vazias. Aproximadamente R$ 2 bilhões em seguros foram garantidos para acobertar o Comitê Olímpico Internacional, emissoras, organizadores e outros com parcela na operação dos Jogos.

O custo para a realização da Olimpíada é estimado em US$ 20 bilhões, incluindo a construção de estádios, locais de habitação e outros lugares. Muitos têm um propósito que vai além dos Jogos.
As políticas são projetadas para cobrir alguma ou todas as perdas diretamente relacionadas aos Jogos, sejam causadas por desastres naturais, ataque terrorista ou qualquer outro ‘perigo desconhecido’, como diz o termo da indústria.

Problemas de pequena escala são sucetíveis a ser cobertos. Se, por exemplo, protestos forçarem os organizadores a refazer o trajeto da maratona, os custos da operação seriam acobertados. Ou se fortes ventos ou derramamentos de esgoto atrasarem ou cancelarem eventos de vela, organizadores podem esperar um ressarcimento para qualquer dano financeiro. O Zika tem sido um foco, enquanto alguns dos maiores nomes do golfe e do tênis não virão aos Jogos porque dizem não querer correr o risco de contrair o vírus.
Tais ausências podem afetar a venda de ingressos e a audiência na televisão, prontificando organizadores, emissoras e patrocinadores a ir atrás de seus seguradores para reaver os recursos perdidos. Mas, com o início da Olimpíada para daqui a duas semanas, seguradoras já estão avisando que podem […]

15 05, 2016

Aumenta demanda por seguro de executivos em decorrência da Lava Jato

Por |2021-03-09T18:34:55-03:00maio 15th, 2016|Responsabilidade Civil, Responsabilidade Civil D&O|0 Comentários

Depois que a Lava Jato passou a desenterrar históricos de má gestão realizada por executivos de grandes empresas, o mercado de seguros que protege atos de administradores ficou mais rigoroso.

A ação da Polícia Federal mexeu com o segmento conhecido como seguro D&O (Directors and Officers Liability Insurance), que é o seguro de responsabilidade civil usado para proteger o patrimônio pessoal dos administradores e conselheiros que podem vir a ser questionados na Justiça por decisões tomadas em sua gestão, cobrindo custos de defesa e indenizações.

Seguradoras passaram a fazer análises de risco mais conservadoras: elevaram taxas em renovações e contratos novos e excluíram coberturas ligadas a processos judiciais decorrentes de falência e insolvência.

A percepção do risco cresceu principalmente em companhias que têm contrato com governos. Em uma analogia com o seguro de automóveis, é o que ocorre quando as seguras avaliam os riscos do carro de um jovem.

“Na exclusão para atos de corrupção, algumas seguradoras apresentam certa flexibilidade: não haverá antecipação dos custos de defesa, mas em caso de absolvição a seguradora poderá reembolsá-lo pelas custas do processo”, diz Juliana Casiradzi, gerente da consultoria Marsh.

Gustavo Galrão, coordenador da Federação Nacional de Seguros Gerais, relata forte da aumento da sinistralidade –a relação entre receita da seguradora e valor que ela paga de indenização. “O D&O sempre foi rentável, mas após 2014 algumas seguradoras foram muito impactadas.”

A recessão também impulsionou os sinistros (indenização) ao deteriorar as finanças das empresas e elevar falências e recuperações judiciais, acompanhadas de processos contra administradores.

Segundo Galrão, a sinistralidade fechou 2014 em mais de 50% da carteira em média. O total de sinistros pagos superou R$ 100 milhões e […]

7 05, 2016

Porto Seguro assina contrato de compra da carteira de seguros de automóveis da Chubb

Por |2021-02-02T15:33:13-03:00maio 7th, 2016|Seguro de Automóvel|0 Comentários

Com o objetivo de expandir a carteira de veículos no segmento de alto valor e fortalecer o produto Auto Premium, a Porto Seguro assinou contrato de compra da carteira de seguros de automóveis da Chubb do Brasil Companhia de Seguros. Essa transação está sujeita à aprovação prévia dos órgãos reguladores competentes.

Uma vez concluída a transação, os segurados da Chubb continuarão com as mesmas coberturas já contratadas, além de ter acesso aos benefícios do produto Auto, como descontos em rede de estacionamentos, atendimento nos 270 Centros Automotivos Porto Seguro distribuídos em todo o Brasil, entre outros.

14 03, 2016

Agronegócio teme efeitos da paralisia do Congresso

Por |2021-02-02T15:33:42-03:00março 14th, 2016|Seguro Agrícola|0 Comentários

A paralisia que toma conta Congresso Nacional neste início de ano pode comprometer políticas públicas voltadas para o único segmento da economia que ainda cresce, o agronegócio. Com as comissões do Senado e da Câmara paradas até abril, quando serão definidos seus integrantes, medidas importantes para o setor podem não ser tratadas a tempo do lançamento do Plano Safra 2016/2017.

Na lista de pendências estão as novas fontes para financiamento, com mudanças em papéis e títulos financeiros; legislação de aquisição de terras por estrangeiros; obrigatoriedade de seguro para operações financeiras; simplificação e desburocratização do crédito rural, e adiamento do prazo final do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Parte das medidas já tramita no Congresso, mas, mesmo com apoio do governo federal em alguns casos, elas não têm prosperado. Parlamentares ligados ao agronegócio afirmam, nos bastidores, que nada deve avançar até que as presidências das comissões sejam definidas.

Com essa paralisia, uma medida importante para o Ministério da Agricultura e para o lançamento do novo Plano Safra está em suspenso: o projeto que permite indexar a Cédula de Recebíveis Rurais (CRA) ao dólar.

A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e o secretário de Política Agrícola, André Nassar, contam com esse instrumento para incrementar o anúncio do Plano Safra nas linhas de crédito com juros livres, que não têm subsídios do governo.

Sem essa opção, fica mais difícil a missão de anunciar recursos superiores aos apresentados no ano passado, quando o governo prometeu R$ 187,7 bilhões em financiamentos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

14 03, 2016

Finep passa a aceitar seguro garantia em operações de crédito

Por |2021-07-26T20:21:37-03:00março 14th, 2016|Seguro Garantia|0 Comentários

Custo para as empresas financiadas pela agência diminui

As empresas interessadas em obter financiamentos da Finep ganharam uma facilidade: a agência passou a aceitar, em 2015, o seguro garantia nas operações de crédito. Antes, a opção para quem tomava empréstimo com a agência era a fiança bancária, que tem o prêmio (prestação paga pelo segurado) consideravelmente maior. O seguro garantia tem um custo equivalente a 1/3 do custo anual da fiança bancária, que gira em torno de 1,5% e 6% do valor da dívida garantida. Historicamente, um dos maiores problemas das empresas para conseguir financiamento está nas garantias.

A emissão de uma carta de fiança toma limite operacional do banco, bem como limite de crédito da empresa junto ao banco, impactando diretamente o seu Índice de Basileia. Já o seguro garantia não compromete o limite de crédito da empresa perante os bancos para a obtenção de financiamentos e capital de giro. Em 2012 foi zerada a alíquota do IOF em operação de contratação de seguro garantia, o que diminuiu ainda mais o seu custo. Ambas são garantias nas quais um terceiro assume o compromisso de cumprir determinada obrigação caso o devedor não o faça. Contudo, o seguro garantia possui vantagens de liquidez e higidez.

A Finep contou com uma consultoria especializada, além de benchmarking, para chegar ao modelo de contrato final. É necessário que a seguradora possua classificação de risco emitido por uma das seguintes agências: A.M. Best, Fitch Ratings, Standard & Poor’s e Moody’s.

Sobre o seguro garantia

O seguro garantia é regulamentado pela Susep e visa garantir determinadas obrigações a cargo do segurado, em favor de […]

7 03, 2016

A refinaria de Pasadena tem garantia de seguro D&O?

Por |2021-03-09T18:30:51-03:00março 7th, 2016|Responsabilidade Civil, Responsabilidade Civil D&O|0 Comentários

O seguro D&O é um tipo de seguro de responsabilidade civil, que pode ser feito por empresas para proteger administradores e conselheiros em casos de maus investimentos.

Reportagem publicada em O Estado de São Paulo – 23/06/2014

Ninguém sabe muito bem o que e como aconteceu. A única certeza é que se trata de um negócio no mínimo nebuloso, onde quem fez o que não está claro. Mas que tem muita coisa estranha, tem. Por que a Petrobrás se associou a uma empresa belga numa refinaria velha nos Estados Unidos é um mistério. Dizem os crentes que a CPI vai apurar o que aconteceu, dizem os mais realistas que pode não ser bem assim. Tanto faz, o que é certo é que a operação, de acordo com a presidente da empresa, custou muito caro e deu prejuízo. Como atrás das perdas estão atos de gestão envolvendo vários administradores, no que diz respeito a seguros, surge a seguinte questão: será que estes Prejuízos são cobertos pela apólice de seguro D&O da Petrobrás?

Começando do começo, eu não sei se à época existia uma apólice de seguro D&O protegendo os executivos da Petrobrás da obrigação de ressarcir prejuízos causados à empresa, acionistas ou terceiros interessados em função de atos de gestão. Aliás, não sei se hoje a Petrobrás tem uma apólice desta natureza. Como ela tem papéis negociados na Bolsa de Valores de Nova York, imagino que sim. Se tiver, qual a abrangência das garantias contratadas e quais os capitais da apólice? É importante saber isso porque, dependendo da contratação do seguro, ele pode ser insuficiente para fazer frente às indenizações eventualmente devidas, quer por se tratar de […]

6 02, 2016

Cobertura do seguro rural 2015/2016 preocupa produtores

Por |2021-02-02T15:45:09-03:00fevereiro 6th, 2016|Seguro Rural|0 Comentários

Ás vésperas do início do planejamento da safra de inverno e da contratação dos financiamentos de pré-custeio para o ciclo de verão 2016/2017, o seguro rural ainda é fonte de preocupação para produtores rurais e entidades representativas do setor. O volume de recursos, os prazos e as mudanças nos percentuais de subvenção das apólices por parte do governo federal estão entre os principais motivos de incerteza em relação à garantia da safra neste ano.

Em função do ajuste fiscal e da situação econômica do país, as subvenções federais foram encerradas no dia 6 de novembro, com consequente veto às novas contratações de subsídio ao prêmio do seguro. No dia 20 do mesmo mês, foi publicada a resolução com as regras para o próximo triênio. Previa R$ 400 milhões neste ano, R$ 425 milhões em 2017 e R$ 455 milhões em 2018 e estabelecia novos níveis de participação federal. O subsídio ficou entre 30% e 40% dependendo do nível de cobertura e da cultura.

Em dezembro de 2015, a ministra Kátia Abreu chegou a afirmar que a meta era garantir até R$ 1 bilhão para a subvenção. No entanto, o montante previsto acabou ficando em R$ 741 milhões: R$ 400 milhões do próprio programa e R$ 341 milhões remanejados do que estava previsto para operações de comercialização do Programa de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).

Inadimplência

A previsão dos recursos não eliminou a incerteza no setor produtivo. Em meados de janeiro, produtores de uva do Rio Grande do Sul chegaram a se reunir com o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura (Mapa), André Nassar, que, na ocasião, ocupava […]

2 02, 2016

BC disciplina aplicação do seguro garantia para execução fiscal

Por |2021-02-02T15:45:51-03:00fevereiro 2nd, 2016|Seguro Garantia|0 Comentários

O procurador-geral do Banco Central, Isaac Sidney Ferreira, assinou portaria na qual define a aplicação do seguro garantia no âmbito da instituição. Segundo o texto, o seguro garantia para execução fiscal e o seguro garantia em parcelamento administrativo fiscal poderão ser apresentados por seguradoras ao BC para garantir o pagamento de débitos inscritos em dívida ativa.

Para aceitar o seguro garantia da seguradora, que precisa ser idônea e devidamente autorizada a funcionar no Brasil, nos termos da legislação aplicável, a portaria estabelece alguns requisitos, que devem estar expressos nas cláusulas da apólice. O seguro garantia judicial para execução fiscal, por exemplo, tem de trazer o valor segurado, que deverá ser igual ao montante original do débito inscrito em dívida ativa, acrescido dos honorários advocatícios fixados pelo juízo da execução, tudo devidamente atualizado. Já o seguro garantia parcelamento administrativo fiscal deverá conter o valor segurado inicial, que deverá ser idêntico ao montante da dívida consolidada a ser parcelada, devidamente corrigida, sem considerar eventuais descontos legais previstos na norma de parcelamento.

Entre as exigências, a portaria ainda determina que a vigência da apólice será de, no mínimo, 2 anos no seguro para execução fiscal e igual ao prazo de duração do parcelamento no seguro garantia parcelamento administrativo fiscal. No caso de parcelamento, porém, a Procuradoria-Geral do BC poderá aceitar apólices com prazo de duração inferior à quantidade de prestações, sendo que até 60 dias antes do fim da vigência da apólice, o tomador deverá renovar o seguro garantia ou apresentar nova garantia suficiente e idônea, sob pena de sinistro.

O BC ressalva na portaria que, quando o valor segurado exceder a R$ 10 milhões, […]

28 01, 2016

Seguro Garantia Judicial – O que é?

Por |2021-02-02T15:51:33-03:00janeiro 28th, 2016|Seguro Garantia Judicial|1 Comentário

O Seguro Garantia Judicial é uma modalidade de seguro específica para processos judiciais. Possui ampla aplicação como alternativa ao pagamento de cauções, depósitos judiciais em dinheiro, penhora de bens e fianças bancárias.

O seguro garantia judicial vem ganhando força e conquistando espaço como uma importante opção para garantia em processos de execução, em meio a outros instrumentos como o depósito judicial em dinheiro, a penhora de bens e a fiança bancária.

Tanto que, do volume de prêmios de seguro garantia arrecadado em 2012 (R$ 800 milhões), a modalidade de seguro garantia judicial respondeu por mais de 40% desse total, em comparação com um percentual de menos de 10% há cinco anos.

Um fato relevante e recente na trajetória ascendente do seguro como um instrumento de garantia para os processos de execução ocorreu em fevereiro último, quando, em decisão inédita, a desembargadora Maria do Carmo Cardoso, do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF), aceitou substituir

o depósito judicial em dinheiro – já dado como garantia por uma montadora de veículos – pela apólice de seguro garantia judicial emitida pela Swiss Re Corporate Solutions. A seguradora ocupou, em 2012, a segunda posição do ranking de volume de prêmios em seguro garantia no mercado brasileiro.

Em sua argumentação, a desembargadora não apenas reconheceu a apólice de seguro garantia judicial como meio “menos gravoso” que o depósito judicial como também a sua “imediata liquidez”, tal qual a carta de fiança bancária. Embora ainda caiba recurso, a decisão é inédita e abre um excelente precedente para que o seguro seja utilizado também como substituto ao depósito em dinheiro, que é o bem de maior liquidez possível. Vale ressaltar que o montante de importância segurada da apólice emitida pela Swiss Re Corporate Solutions é superior a R$ 500 milhões, o que torna evidente a capacidade técnica e financeira desse mercado.

A velocidade de crescimento do seguro […]