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Genebra Seguros
14 08, 2015

Internet das Coisas vai “mudar” o jogo no mercado de Seguros

Por |2021-02-02T17:30:13-03:00agosto 14th, 2015|Notícias|0 Comentários

Bem vindo a um novo mundo da Internet das Coisas (IoT) e Tecnologias Móvel & Vestível (ou “wearable”)! Nesse novo mundo de “alta conectividade” e “coisas”, o mercado de Seguros vai sofrer uma grande transformação nos próximos anos (ver Property and Casualty Insurance Re-imagined: 2025, Delloitte, 2015; The Internet of Things: Opportunity for Insurers, AT Kearney, 2014); e Re-Imagining Insurance in the Connected Era of Internet-of-Things, Tata Consultancy Services, 2015.

A habilidade de trazer a conexão de Internet para próximo de quase todo tipo de dispositivo do consumidor terá enormes implicações para a indústria de Seguros ao longo dos próximos cinco anos. As seguradoras interessadas em cortar custos, melhorar as práticas do negócio, ofertar novos serviços e avaliar melhor os níveis de risco dos clientes, cada vez mais vão investir em IoT.

Automóvel

Algumas seguradoras de automóveis e de saúde já estão oferecendo um novo tipo de seguro – seguro baseado no uso (ou UBI = “usage based insurance”) que utiliza os dispositivos da IoT para controlar a atividade dos clientes e oferecer descontos ou recompensas por comportamento seguro e saudável. Existe uma expectativa de mercado que 17 milhões de pessoas terão tentado um seguro de automóvel tipo UBI no final de 2015.

A Telefónica já tem investido nesse nicho em parceria com seguradoras de automóveis (ver Telefónica strikes first M2M insurance telematics deal in Germany, M2M Telefónica, 15.nov.2013). Uma outra operadora de telefonia móvel de grande porte que está apostando na modalidade UBI para a sua oferta de seguros de automóveis é a “gigante” Vodafone alemã (ver Vodafone Telematics Usage Based Insurance).

O seguro automóvel também vai se revolucionar e se […]

12 08, 2015

Seguro de Responsabilidade Civil Geral também garante proteção às escolas

Por |2021-02-02T17:31:11-03:00agosto 12th, 2015|Responsabilidade Civil|0 Comentários

Escolher a escola mais adequada para os filhos estudarem não é uma das tarefas mais fáceis. Além de avaliar o método de ensino, qualidade dos professores e as opções de recreação disponíveis, é preciso também avaliar as condições de estrutura e segurança oferecidas pelo empreendimento.

Dentro desse contexto, surge a importância de as instituições educacionais garantirem proteção em casos de danos materiais, corporais, morais e/ou estéticos causados a alunos, funcionários e até visitantes. Afinal, como qualquer estabelecimento comercial ou empresa, os colégios também estão expostos a diversos riscos involuntários no dia a dia.

Visando dar maior tranquilidade aos pais e também aos administradores, a Chubb possui o seguro de Responsabilidade Civil Geral. Compostas por inúmeras coberturas específicas, o produto é capaz de atender a necessidade de qualquer escola. Com uma rede de atendimento internacional, a nossa companhia disponibiliza um dos melhores serviços de sinistros do mercado, além de garantir uma ampla consultoria em prevenção de perdas e acidentes.

Para o segurado (instituição), a grande vantagem da contratação da apólice é proteger o patrimônio e, consequentemente, evitar prejuízos financeiros na hipótese de ser responsabilizada, judicialmente ou por meio de reclamação direta, pelo fato de ter provocado danos involuntários a terceiros.

Portanto, se a escola do seu filho ainda não conta com esse tipo de proteção, indique já para a administração as vantagens do seguro de Responsabilidade Civil Geral da Chubb e garanta tranquilidade para curtir o que há de melhor na vida.

7 08, 2015

Seguro para bens de luxo: como calcular o valor de obras de arte e joias?

Por |2021-02-02T17:40:09-03:00agosto 7th, 2015|Artigos de Luxo|0 Comentários

Pensando em fazer um seguro para bens de luxo? Mas como calcular o valor de obras de arte e joias? No caso de obras de arte, a melhor forma de se obter uma avaliação seria a de procurar um escritório de arte conceituado. Geralmente, as obras avaliadas possuem laudo de autenticidade e valor de mercado, serviço conhecido como expertise. Para as joias, o seguro não garante o valor afetivo.

A avaliação pode ser feita por um designer ou joalheiro reconhecido no mercado. Das particularidades desses bens deriva a diferença do cálculo entre os seguros de automóvel e de obras de arte, joias, acervos particulares, coleções valiosas etc. Fundamentalmente a distinção entre esses tipos de seguro está no risco que cada um deles representa para a seguradora.

Enquanto uma obra de arte fica guardada em casa ou em museus e galerias, o automóvel circula e, muitas vezes, é estacionado nas ruas. Mas esse é apenas um dos critérios que orientam o custo da apólice de uma obra de arte. Um dos riscos que influenciam bastante é o de incêndio. Para avaliar o custo dessa garantia, a seguradora vai levar em conta o local em que a obra se encontra, a região onde o imóvel está situado, a existência ou não de sistemas de segurança e alarme, a estrutura da construção e as condições da instalação elétrica.

Cabe ao proprietário de uma obra de arte providenciar a avaliação por um marchand, que cobra por seus serviços cerca de 1% do valor de avaliação. Supondo que sejam vários bens a serem avaliados, as taxas de seguro e avaliação podem ser negociadas e reduzidas. Obras […]

3 08, 2015

6 fatos que vão fazê-lo mudar de ideia sobre seguros de vida

Por |2021-02-02T17:45:05-03:00agosto 3rd, 2015|Seguro de Vida|0 Comentários

Exame – Os seguros de vida não são tão populares quanto os seguros de carros, mas podem tirar a sua família – ou até você mesmo – de um aperto em um momento dramático.

Segundo especialistas em seguros, uma série de mitos ainda afastam o brasileiro desse tipo de produto, uma vez que é difícil, para a maioria das pessoas, planejar a tão longo prazo, lidar com a possibilidade da própria morte ou até mesmo mensurar os reais benefícios do seguro de vida.

Durante o 5º Seminário IBCPF de Planejamento Financeiro, o empresário do ramo de corretagem de seguros, Nilton Pedreira, e a planejadora financeira certificada (CFP) Maristela Gorayb listaram algum fatos que quebram esses mitos. Veja a seguir:

1 – O seguro de vida não é só para a morte

O seguro de vida não é só para a morte – é também para a morte. Mas hoje em dia os seguros de vida podem oferecer inúmeras coberturas, muitas das quais possibilitam o resgate dos recursos pelo titular ainda em vida.

Os seguros de vida comumente trazem cobertura para outros eventos complicados, como invalidez temporária (que deixa o segurado um tempo sem trabalhar e, consequentemente, sem gerar renda) e invalidez permanente.

Seguros que oferecem cobertura para doenças graves ou para doenças terminais, por exemplo, permitem o resgate de uma dada quantia caso o segurado passe por uma dessas situações. Neste caso, ele pode usar o dinheiro como bem entender, como custear viagens para se tratar ou providenciar recursos que o deixem mais confortável.

Nilton Pedreira contou a história de uma segurada que foi diagnosticada com uma doença […]

2 07, 2015

Confira as particularidades do Seguro Aeronáutico

Por |2021-02-02T17:48:14-03:00julho 2nd, 2015|Seguro Aeronáutico|0 Comentários

O Seguro Aeronáutico cobre os danos causados ao casco do avião, reembolsos de despesas incorridas por causa dos sinistros e as responsabilidades civis sobre passageiros, carga, tripulação, pessoas e bens no solo (terceiros) pelas quais o segurado venha a ser obrigado a pagar, judicialmente ou por acordo, em virtude da utilização da aeronave segurada. É contratado na modalidade All Risks (todos os riscos), o que significa garantia total e ampla para todos os danos à aeronave, exceto os decorrentes de riscos explicitamente excluídos na apólice. Conta ainda com uma cobertura obrigatória por lei – a chamada R.E.T.A. ou Responsabilidade do Explorador e Transportador Aéreo.

A garantia R.E.T.A. garante o reembolso de toda e qualquer indenização por danos corporais e/ou materiais causados pela aeronave sinistrada. Tais danos vão desde morte e invalidez permanente ao reembolso de despesas médicas e hospitalares e perda, dano ou avaria da bagagem. A R.E.T.A. está para o seguro aeronáutico assim como o DPVAT está para o seguro de automóveis. São obrigatórios por lei e que indenizam as vitimas de acidentes com tais veículos.

Uma aeronave comercial de grande porte pode custar acima de US$ 350 milhões de modo que o seguro é igualmente caro em termos absolutos. Geralmente, o custo do seguro pago pela companhia aérea representa 5% dos seus custos totais, com combustível, despesas administrativas, despesas com manutenção e leasing de aeronaves. Dados recolhidos pela Comissão Européia revelam que os prêmios diretos arrecadados em seguros aeronáuticos no mundo inteiro pelas empresas aéreas superam os US$ 2 bilhões por ano.

No Brasil, até junho de 2014, os prêmios pagos somavam pouco mais de R$ 200 milhões, conforme informação […]

26 06, 2015

Mapa vai liberar R$60 milhões para seguro segunda safra do milho

Por |2021-02-02T17:48:55-03:00junho 26th, 2015|Seguro Agrícola, Seguro Rural|0 Comentários

A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, afirmou a produtores de milho do Paraná que a pasta vai disponibilizar R$ 60 milhões para a subvenção do seguro relativo aos contratos de seguro segunda safra.

– Vamos destinar ao seguro safrinha R$ 60 milhões, valor que temos convicção de que seja ideal. Esse limite vai atender aos produtores na metade do prêmio, porque a outra metade é paga pelo produtor. Isso estará à altura do necessário – afirmou ela, em Curitiba, durante apresentação do Plano Agrícola e Pecuário 2015/2016, que teve a presença do governador Beto Richa.

Segundo ela, o Ministério teve dificuldades em realizar pagamentos neste ano porque os R$ 300 milhões destinados ao seguro rural deixaram de ser empenhados em 2014 e pelo fato de o Orçamento de 2015 ter sido aprovado apenas em maio, e não no início do ano.

– Vamos lutar muito para organizar o seguro este ano e começarmos ano que vem com tudo empenhado e pago para que o seguro adquira cada vez mais credibilidade. É a peça fundamental de uma política agrícola – disse.

23 06, 2015

Seguro para recall: o exemplo do macarrão na Índia

Por |2021-02-02T17:54:02-03:00junho 23rd, 2015|Responsabilidade Civil, Seguro Recall|0 Comentários

Foi anunciado em junho de 2015 que a gigante global de alimentos Nestlé teria que incinerar 400 milhões de pacotes de macarrão instantâneo na Índia, da marca Maggi. O recall do produto aconteceu depois dos órgãos reguladores locais terem constatado a contaminação de algumas amostras do produtos por metais tóxicos. Em um processo de logística reversa, a empresa retirou do mercado cerca de 27 mil toneladas de macarrão, que devem ser enviadas para cinco incineradores espalhados pelo País. Muitos destes produtos já não estavam mais nas prateleiras. Eles já eram propriedade de distribuidores e consumidores. A previsão é de que a operação de recall teria custado em torno de US$ 50 milhões e dure meses para ser concluída.

Conheça melhor o seguro Seguro para Recall

No Brasil, a cobertura de recall não é uma novidade, pois já existe nos produtos de RC Produtos como cobertura acessória. Mas agora, com o anúncio das novas regras estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para o recall de alimentos, o setor precisa se adaptar e buscar formas de se proteger, para em casos como este ocorrido com a Nestlé na Índia, pois o valor da cobertura contratada no seguro de RC Geral é baixa para cobrir custos de maior monta. A Anvisa cita que, de acordo com o Boletim Saúde e Segurança do Consumidor 2015, dos 120 recalls de produtos registrados no Brasil em 2014, apenas 6 referiam-se a alimentos. Enquanto isso, nos Estados Unidos houve 278 recalls de alimento no mesmo período.

 

Além disso, com um produto específico de seguro para recall é possível receber apoio […]

13 06, 2015

Cresce mercado de seguro de embarcações

Por |2021-02-02T17:54:53-03:00junho 13th, 2015|Artigos de Luxo, Cascos Marítimos|0 Comentários

O crescimento do mercado náutico em Santa Catarina, com a instalação de estaleiros especializados em embarcações de passeio, fez com que o Estado se tornasse o principal foco de interesse das empresas de seguros de embarcações fora do eixo Rio-São Paulo. A multinacional Mapfre, que lidera o setor, terminou 2014 com um volume de R$ 66 milhõesem volume de prêmios no Brasil e vê Santa Catarina como um mercado com grande potencial.

A companhia patrocina uma das equipes da Volvo Ocean Race e Itajaí foi a única parada em que montou um stand próprio com atrações, de olho na vocação da região para a navegação com embarcações de passeio. Além das condições naturais, com águas mais fáceis de navegar do que no Rio Grande do Sul, por exemplo, o mercado em SC é impulsionado pela construção naval e pela proposta de novas marinas.

Carlos Polízio, superintendente de seguros náuticos do Grupo Seguradora Banco do Brasil e Mapfre, diz que o desenvolvimento do setor é acompanhado de perto pelo mercado de seguros. Até porque a qualidade da marina onde é mantida a embarcação tem interferência direta no valor das apólices.

Embora as embarcações menores, de até 30 pés, liderem o mercado, o crescimento na venda de lanchas e iates de luxo tem o próprio modelo de apólices, que no caso da Mapfre seguem o Gold, especializado em carrões. A diferença em relação ao seguro comum é a inclusão de tecnologias de bordo que são exclusivas das grandes embarcações.

Segundo Polízio, por ter modelo diferenciado de cobrança o seguro de embarcações é proporcionalmente mais barato do que o de veículos – o que […]

12 06, 2015

Projeto exige seguro de responsabilidade civil para casas de show, teatros, estádios e cinemas

Por |2021-02-02T17:56:24-03:00junho 12th, 2015|Responsabilidade Civil|0 Comentários

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei Complementar 1/15 (PLC), que obriga pessoas físicas e jurídicas que promovam ou organizem eventos artísticos, culturais e esportivos a contratar seguro de responsabilidade civil por danos pessoais causados em decorrência dessas atividades ou de incêndio, destruição ou explosão de qualquer natureza.
A proposta de autoria do deputado Lucas Vergílio (SD-GO) é igual a um projeto do ex-deputado Armando Vergílio apresentado em 2013, logo após o incêndio na boate Kiss, que matou 242 pessoas e feriu 116 na cidade de Santa Maria (RS). A proposta de Vergílio foi arquivada ao término da legislatura passada.
Lucas, que é filho de Armando Vergílio, lembra que não há determinação legal que obrigue a contratação de seguro nesses casos. “Ainda, guardamos na memória e nos nossos corações a tragédia de Santa Maria, com o incêndio na boate Kiss”, afirma o deputado lembrando que, até agora, não houve condenação criminal dos responsáveis pela tragédia.

“Ficou, a partir de então, o grande vácuo diante da impotência e insegurança do que pensávamos serem espaços adequados de convivência, a revolta frente à tragédia e a angústia por perceber que há muitas outras Kiss em cada uma das nossas cidades.”

Coberturas

O texto em análise na Câmara só permite o funcionamento de casas de shows, boates, teatros, estádios, cinemas e similares que tenham feito o seguro de responsabilidade civil.

Os valores mínimos e as coberturas a serem contratadas serão definidos pelo órgão regulador de seguros (Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP).

Nos casos de eventos em que haja cobrança de ingressos, o organizador terá ainda de contratar, como garantia suplementar, apólices coletivas de seguro […]

8 06, 2015

Setor de seguros no Rio Grande do Sul cresce com novos consumidores

Por |2021-02-02T17:57:20-03:00junho 8th, 2015|Notícias|0 Comentários

Excluídos os números relacionados com a saúde complementar, o setor de seguros teve participação de 3,9% no PIB nacional em 2014, ano em que a emissão do mercado foi de R$ 194 bilhões, representando incremento de 9,2% sobre 2013. Para 2015, a previsão de crescimento varia de 8% a 10%.

Os planos de previdência, com R$ 81 bilhões, representaram 43% dos prêmios emitidos no ano passado. O faturamento dos seguros gerais, relativos a bens, patrimônios, responsabilidade civil e automotores, atingiu R$ 61 bilhões, resultado 6,8% superior ao ano de 2013. Os produtos de riscos participaram com R$ 27,6 bilhões, e os de capitalização, com R$ 21,8 bilhões.

Os principais indicadores do setor de seguros no Rio Grande do Sul e Brasil foram apresentados por Julio Cesar Rosa, presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul e diretor regional da HDI Seguros, durante encontro na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul.

Segundo ele, o setor tem crescido, nos últimos anos, em torno de 250% acima do PIB brasileiro. Atribui a expansão à grande base de clientes, que ainda não foi totalmente atingida. “Começaram a chegar classes que não consumiam seguros”. Mesmo confiante com a manutenção dos índices de alta, o dirigente acredita que o setor também sofrerá com a recessão econômica em 2015. “A redução dos empregos e da renda se reflete no mercado de seguros.” Os produtos de maior demanda das novas classes consumidoras são os seguros considerados básicos, como os residenciais, automotivos e de vida.

Destacou que apenas 5% da população do Brasil contrata seguro de vida, sendo 10% das classes A-B, 3% da classe […]