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Genebra Seguros
3 06, 2015

Governo lança plano Agrícola e Pecuário 2015/2016

Por |2021-02-02T18:11:15-03:00junho 3rd, 2015|Rural, Seguro Agrícola|0 Comentários

No total, são R$ 187,7 bilhões para financiar a produção agropecuária, 20% maior do que a safra passada

Os recursos disponibilizados ao crédito rural para as operações de custeio, investimento e comercialização da agricultura empresarial alcançam R$ 187,7 bilhões no ano safra 2015/2016. O valor consta do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) anunciado pela presidenta Dilma Rousseff e pela ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), nesta terça-feira (2), em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília.

O plano baseia-se no apoio aos médios produtores, garantia de elevado padrão tecnológico, fortalecimento do setor de florestas plantadas, da pecuária leiteira e de corte, melhoria do seguro rural e sustentação de preços aos produtores por meio da Política de Garantia de Preços Mínimos.

O volume de recursos destinados ao financiamento da agricultura teve alta de 20% em relação ao período anterior, que foi de R$ 156,1 bilhões.

Para o financiamento de custeio a juros controlados estão programados R$ 94,5 bilhões, 7,5% a mais em comparação com o período anterior (R$ 87,9 bilhões) e reflete o crescimento dos custos de produção. Já para investimentos, são R$ 33,3 bilhões.

O agricultor poderá contar também com maior volume de recursos a taxas de juros livres de mercado para a próxima safra. Na modalidade custeio houve um incremento de 130%, passando de R$ 23 bilhões para R$ 53 bilhões. Estes valores são provenientes da aplicação dos recursos da Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) no financiamento da safra.

O Pronamp (Programa de Apoio ao Médio Produtor) receberá atenção especial nesta safra e contará com R$ 18,9 bilhões, um incremento de 17% no volume de recursos. […]

25 05, 2015

Seguro de luxo, de rolex a tacos de golfe

Por |2021-02-02T18:06:36-03:00maio 25th, 2015|Artigos de Luxo, Obras de Arte, Seguro Aeronáutico, Seguro de Automóvel, Seguro Patrimonial, Seguro Residencial|23 Comentários

Mercado de seguros inova com coberturas para objetos de luxo

Seguro para tacos de golfe? Tem. Verba para pagar um hotelzinho para o pet caso a residência tenha problemas com destelhamento? Tem. Relógio Rolex, coleção de bolsas e sapatos de grife, carro antigo, obras de artes, bicicletas, motos e outros serviços como nutricionista, babá, concierge, paisagistas entre outros fazem parte de uma lista de quase 60 itens ofertados pelas seguradoras nos seguros residência, barcos, jatos, vida e responsabilidade civil familiar desenhados para o público de alta renda.

Avessos a publicidade, os clientes com patrimônio acima de R$ 30 milhões são disputados por cerca de 15 seguradoras dispostas a investir em atendimento, produtos e serviços sofisticados. “Esse nível social não se importa com preço e sim com qualidade. Isso não quer dizer que compram a qualquer preço”, diz Sérgio Barros, diretor de produto de automóvel do grupo BB e Mapfre, que atua com a linha completa para alta renda.

A filosofia por trás das vendas é que depois de anos construindo o patrimônio, os clientes de alta renda querem se manter como investidores e buscam formas de afastar qualquer risco que possa levá-los de volta a uma posição de tomador de crédito.

Apenas uma ação judicial de danos causados a terceiros por um dos “brinquedos” de luxo poderia custar milhões de reais ou ser o suficiente para acabar com as economias poupadas. A recomendação é ter uma apólice guarda-chuva com todos os itens e mais uma camada extra de seguro para pagar por despesas extras com médicos, ações judiciais e outras despesas com terceiros.

Segundo Nicholas Weiser, CEO da VIS […]

8 05, 2015

Ultrapar espera maior parte do seguro por incêndio em Santos no 2o semestre

Por |2021-02-03T15:52:35-03:00maio 8th, 2015|Lucros Cessantes, Seguro Patrimonial, Sinistros|0 Comentários

SÃO PAULO (Reuters) – A Ultrapar espera receber no segundo semestre a maior parte de valores de seguro por incêndio no terminal da Ultracargo, em Santos, no início de abril, e poderá ter de fazer investimentos adicionais na unidade para recuperar as instalações, afirmou o diretor financeiro do grupo, André Covre.

Segundo ele, ainda é cedo para determinar valores de investimentos adicionais na unidade. Ele comentou ainda que o seguro da companhia prevê cláusula de lucros cessantes.

Sobre a unidade química Oxiteno, o executivo comentou que espera ver maiores volumes de vendas nos segundo trimestre ante os três primeiros meses do ano, mas o desempenho ainda vai ser menor que o registrado entre abril e junho de 2014.

No primeiro trimestre, as vendas da Oxiteno caíram 8 por cento em volume sobre o mesmo período do ano passado e 10 por cento na comparação trimestral.

A expectativa de melhor desempenho no segundo trimestre decorre de retorno de fábrica da companhia em Camaçari (BA), além de uma base de comparação mais fraca, disse Covre.

“Como crescimento de Ebitda (lucro antes de juros, impostos depreciação e amortização) vai ser muito maior do que foi agora no primeiro trimestre e o volume vai ser maior, certamente teremos uma margem Ebitda maior”, disse o executivo em referência à expectativa para a Oxiteno no segundo trimestre.

No primeiro trimestre, o Ebitda da Oxiteno cresceu 33 por cento sobre o mesmo período de 2014, para 145 milhões de reais, impulsionado por desvalorização do real contra o dólar e redução de custos de matérias-primas.

Às 13h26, as ações da Ultrapar exibiam alta de cerca de […]

3 05, 2015

Seguro Residencial Premium cobre de joias a obras de arte e bicicletas

Por |2021-02-03T15:53:19-03:00maio 3rd, 2015|Seguro Patrimonial, Seguro Residencial|0 Comentários

A Porto Seguro lança em outubro o Porto Seguro Residência Premium, produto com garantias para imóveis de alto padrão. O objetivo é oferecer proteção mais adequada a casas e apartamentos cujo valor de contratação da cobertura básica fique entre 1 milhão e R$ 20 milhões. As coberturas se destacam por garantir itens normalmente encontrados nesse tipo de residência, como joias e obras de arte.

O lançamento da Porto Seguro atende às necessidades de um setor que cresce no Brasil. O chamado “mercado imobiliário de luxo” deve movimentar mais de R$ 46 bilhões em negócios nos próximos cinco anos, de acordo com um estudo do banco europeu Haliwell Financial Group. De acordo com o novo modelo de estratificação social adotado pela Associação Brasileira de Pesquisas (Abep) no início de 2014, a classe A – público-alvo do produto – representa 2,8% da população do País. Antes, somava 1,8%.

As garantias do novo seguro residencial da Porto Seguro se adaptam às necessidades do cliente. A cobertura de incêndio, explosão e fumaça, por exemplo, garante os prejuízos causados a veículos de colecionador, além dos bens existentes na propriedade. Já a cobertura de quebra de vidros se estende a itens como mármores e granitos.

Em caso de incêndio ou subtração, o seguro também cobre as joias, relógios, obras e objetos de arte. Outra novidade é a cobertura para bicicletas, que são garantidas se forem subtraídas dentro ou fora da residência e também se houver danos provocados por acidente durante o transporte. O seguro oferece ainda a garantia para jardins, contra subtração e danos em árvores, arbustos, plantas e o gramado, causados por incêndio, explosão, fumaça, impacto de […]

3 05, 2015

Os preços dos seguros dos 20 SUVs mais vendidos

Por |2021-02-03T15:53:58-03:00maio 3rd, 2015|Seguro de Automóvel|0 Comentários

São Paulo – O Ford EcoSport, o carro SUV mais vendido do país nos primeiros três meses deste ano, custa, em média, 78 mil reais e o preço do seu seguro pode variar de 3,9 mil reais a 7,6 mil reais por ano nas cinco regiões da cidade de São Paulo.

Ao considerar os preços do seguro para o modelo no bairro da Bela Vista, localizado na região central da cidade, a proteção do veículo pode variar até 33,9%, de 3,9 mil reais a 5,9 mil reais por ano, conforme a seguradora contratada.

Os dados fazem parte de um levantamento dos preços dos seguros dos 20 carros SUVs mais vendidos do Brasil, feito pela corretora de seguros online TaCerto.com.

Todos os carros cotados são zero-quilômetro e têm alarme. Em cada simulação, foram utilizados CEPs dos bairros Bela Vista (centro), Santana (zona norte), Tatuapé (zona leste), Vila Madalena (zona oeste) e Morumbi (zona sul).

Foi considerado o mesmo perfil de motorista em todas as cotações: homem, com 35 anos, casado, que tem garagem em casa e no trabalho e mora em um apartamento com portão automático.

Os preços se referem a um seguro que oferece: cobertura total do valor do carro no caso de sinistro; até 50 mil reais para danos materiais; até 100 mil reais por danos corporais causados a terceiros; assistência 24 horas; e cobertura de substituição de vidros em caso de dano.

As cotações foram feitas em 11 seguradoras: Allianz, Azul, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine, Yasuda e Zurich.

Os veículos foram ordenados pela sua posição no ranking dos SUVs mais vendidos […]

3 05, 2015

Agricultores apostam em empréstimos e seguro agrícola para valorizar lavouras

Por |2021-02-03T16:00:27-03:00maio 3rd, 2015|Rural, Seguro Agrícola|0 Comentários

Linhas de crédito e programas de aquisição de tratores e implementos com juros zero são alguns dos benefícios que os agricultores podem conseguir a partir de agora. Isso porque na segunda-feira (27) o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou a liberação de R$ 207 milhões para estes fins e também para o seguro agrícola. Ao todo são cinco programas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento.
Em Jundiaí, a maioria dos agricultores, em especial os que investem em produções de frutas – como as uvas – se esforçam para manter suas plantações em pé. Alguns admitem recorrer ao financiamento quando precisam, mas a burocracia é o grande impasse.
O agricultor do Caxambu, João Bardi, de 68 anos, já se prepara para comprar seu quarto trator. Produzindo uva, ameixa e alguns legumes, diz que a burocracia faz com que os produtores desistam no meio do caminho. “Os juros de um financiamento são realmente muito bons, mas é tanto documento pedido que desanima. Hoje a agricultura pede tecnologia e sem os juros menores para o agricultor ficaria difícil trocar de máquinas.”

Fazendo parte da terceira geração de agricultores, Bardi também faz seguro agrícola. Por conta de uma chuva de granizo no ano passado precisou utilizá-lo. “Hoje não tem como viver sem o seguro agrícola. Com certeza estas novas liberações são importantes para nós.”

O agricultor do Champirra, bairro próximo ao Rio Acima, Moacir Mazzi, de 57 anos, nunca precisou de financiamentos para suas máquinas, mas do seguro agrícola não abre mão. “Hoje o agricultor que não se prepara fica na mão. Porque o seguro agrícola é que nos garante evitar a perda de nossa produção”, comenta Mazzi, produtor de uva.

23 04, 2015

Plano Safra 2015-2016 e seguro agrícola

Por |2021-02-03T16:04:44-03:00abril 23rd, 2015|Rural, Seguro Agrícola|0 Comentários

Até o final do mês o governo federal deve divulgar o Plano Safra 2015/2016. O anúncio foi feito pelos ministros Joaquim Levy (Fazenda) e Kátia Abreu (Agricultura), no final da manhã desta segunda-feira (13), durante a abertura oficial da TECNOSHOW COMIGO 2015, em Rio Verde (GO). O presidente da Comigo, Antonio Chavaglia, disse que o setor está esperançoso que as medidas venham de encontro aos anseios da classe.

Seguro Agrícola é vital para o desenvolvimento da agricultura brasileira

“Não podemos deixar as pessoas abandonarem o campo. Temos de proteger a renda do produtor rural. Sem acesso ao crédito, preços mínimos decentes e seguro agrícola, o produtor não consegue sustentar sua família com dignidade”, alertou Chavaglia em discurso de improviso no Auditório 1 do Centro Tecnológico da Comigo (CTC).

O presidente da cooperativa que reúne produtores do Sudoeste goiano elencou as dificuldades e incertezas que o setor passa no momento, não só pelas oscilações constantes do dólar, mas, principalmente, pela falta de reajuste do preço mínimo dos grãos e da insuficiência do seguro agrícola. “Nos Estados Unidos, o agricultor tem seguro agrícola que garante as intempéries e o preço mínimo. Precisamos de um sistema parecido”, disse.

À ministra Kátia Abreu, Chavaglia reivindicou mais recursos para o seguro agrícola. “Ao menos R$ 5 bilhões para atender aproximadamente 70% dos produtores. O preço mínimo não é reajustado há dez anos. O governo precisa ter mais carinho pelo agronegócio”, afirmou Chavaglia, sob fortes aplausos.

Para o ministro Joaquim Levy, Chavaglia insistiu no pedido de mais crédito e de taxas de juros compatíveis, considerando o longo prazo. “Sei que é um desafio muito grande para […]

22 04, 2015

Seguro empresarial pode evitar a falência

Por |2021-02-03T16:05:36-03:00abril 22nd, 2015|Seguro Empresarial, Seguro Patrimonial|0 Comentários

Para isso, é fundamental contratar seguro empresarial que seja adaptado ao seu tipo de negócio

Responda rápido: entre uma loja de roupas e um açougue, qual desses comércios sai mais prejudicado se houver interrupção da energia elétrica durante várias horas? A loja pode ficar sem sistema e deixar de vender, mas o açougue, além de não vender, possivelmente perderá quilos e mais quilos de carnes, deteriorados por falta de refrigeração.

Com essa comparação, o analista Adalberto Luiz, da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae, demonstra porque, antes de fazer um seguro empresarial, o empreendedor precisa avaliar as características de seu negócio, os riscos a que está sujeito e as coberturas necessárias. “Não adianta contratar um seguro generalista, um pacote pré-formatado, porque ele pode não cobrir uma necessidade específica, e o segurado ainda vai pagar por coisas inúteis”, afirma o analista. “Para um açougue, ficar sem energia representa um grande problema, logo a cobertura para esse risco deve ser maior. Já para uma loja de roupas, é obrigatório garantir-se contra incêndios e roubos, que são riscos evidentes.”

A importância do seguro para pequenas e microempresas foi debatida em palestra promovida em Brasília pelo Sebrae e Banco Central, durante a programação da 2ª Semana Nacional de Educação Financeira, em março. O recado transmitido pela entidade foi que, por falta de um seguro adequado, uma empresa que sofre um acidente pode vir a falir: “No caso de um dano de grande monta, a indenização precisa ser suficiente para o empreendedor começar tudo de novo, comprando de equipamentos a insumos. Sem um seguro adequado, a empresa, em caso de algum sinistro, pode acabar quebrando”, […]

22 04, 2015

Seguro de carro cobre prejuízo com enchentes?

Por |2021-02-03T16:07:32-03:00abril 22nd, 2015|Seguro de Automóvel|0 Comentários

As fortes chuvas estão provocando cada vez mais alagamentos. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências da Capital (CGE), a cidade de São Paulo teve um acúmulo de 253,4 milímetros de água no mês de fevereiro, ficando 18% acima da média histórica que aconteceu 1995.

Essas tempestades acarretam queda de árvores, chuvas granizos, inundação, desmoronamento de terra e podem afetar o carro. Uma das consequências é o crescimento no número de sinistros de automóveis. A seguradora SulAmérica Auto registrou o aumento de 50% em acionamentos por fenômenos naturais em fevereiro de 2015 comparando com o mesmo período do ano passado.

Mas como saber se o seu seguro cobre alagamentos e problemas com a chuva?

Eduardo Dal Ri diretor de auto e massificados as SulAmérica explicou que todos os seguros de carro com cobertura compreensiva incluem proteção contra fenômenos naturais (deslizamento de terra, granizo, alagamento e objetos que caíram no carro). A cobertura compreensiva é a apólice completa e é a que a maioria dos brasileiros fazem.

Portanto, é preciso tomar cuidado porque as outras coberturas não vão proteger o carro contra as enchentes.

O maior problema e que exige bastante atenção é o aumento de risco. Dal Ri informou que o motorista não pode ultrapassar a área alagada, se ele tentar fazer isso a seguradora não cobre o prejuízo. Ao tentar passar por uma enchente, você está colocando o carro em risco e o motorista precisa comprovar que foi pego de surpresa.

Outro ponto é para quem vai à praia. A os seguros não cobrem danos por água salgada, apenas água doce. Se você estiver com o carro na […]

21 04, 2015

Perguntas Frequentes acerca do seguro de responsabilidade civil.

Por |2021-02-03T16:10:16-03:00abril 21st, 2015|Responsabilidade Civil|0 Comentários

Entenda o que é responsabilidade civil e como o seguro de responsabilidade civil pode lhe ajudar a mitigar prejuízos causados por ações judiciais em diversas áreas.

Quais são as modalidades do seguro de responsabilidade Civil?

  • Responsabilidade civil para advogados.
  • Responsabilidade civil para profissionais da saúde.
  • Responsabilidade civil para diretores e executivos.
  • Responsabilidade civil familiar.
  • Estabelecimentos comerciais / industriais.
  • Condomínios, proprietários e locatários de imóveis.
  • Guarda de veículos de terceiros.
  • Empregador.
  • Riscos contingentes – veículos terrestres motorizados.
  • Obras civis e/ou serviços de montagem e instalação de máquinas e/ou equipamentos.
  • Prestação de serviços em locais de terceiros.
  • Estabelecimentos de hospedagem, bares, boates, restaurantes e similares.
  • Exposições e feiras de amostra.
  • Estabelecimentos de ensino.
  • Responsabilidade civil subsidiária por mercadorias transportadas por terceiros.
  • Promoção de eventos artísticos, esportivos e similares.
  • Shopping centers.
  • Clubes, agremiações e associações recreativas.
  • Farmácias e drogarias.

O que é Responsabilidade Civil?

Responsabilidade civil é a obrigação de reparar o dano que uma pessoa causa a outra.1 Em direito, a teoria da responsabilidade civil procura determinar em que condições uma pessoa pode ser considerada responsável pelo dano sofrido por outra pessoa e em que medida está obrigada a repará-lo. A reparação do dano é feita por meio da indenização, que é quase sempre pecuniária. O dano pode ser à integridade física, à honra ou aos bens de uma pessoa.

Responsabilidade subjetiva e Responsabilidade objetiva

A teoria clássica da responsabilidade civil aponta a culpa como o fundamento da obrigação de reparar o dano. Conforme àquela teoria, não havendo culpa, não há obrigação de reparar o dano, o que faz nascer a necessidade de provar-se o nexo entre o dano e a culpa do agente.