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Genebra Seguros

Seguro Cyber

Crimes cibernéticos

O mercado de seguros no mundo virtual

Já imaginou cadastrar-se em um site de compras ou serviços na internet e ter seus dados roubados por hackers, ou fazer parte de uma grande empresa cujos documentos e arquivos, salvos em meio digital, foram invadidos e roubados por criminosos virtuais? São riscos reais, presentes no cotidiano de cada vez mais empresas e pessoas no mundo todo.

Nem mesmo o Governo Federal está imune aos ataques cibernéticos. A Polícia Federal afirma que mais de 320 redes do Governo Federal recebem mais de dois mil ataques por hora. Além disso, o Brasil vai ser sede de diversos eventos de grande porte, que atrairão a atenção do mundo todo, o que amplia ainda mais os riscos e a necessidade de proteção dos dados e operações realizados pela rede de computadores. A PF inaugurou, no último dia 4 de junho, o Centro de Monitoramento do Serviço de Repressão a Crimes Cibernéticos em Brasília, que terá como objetivo identificar e acompanhar continuamente os responsáveis pelos ataques contra sistemas de informação e infraestruturas críticas do Governo Federal. Além do centro, ela prepara a instalação de grupos táticos especializados em investigação de crimes cibernéticos nas doze cidades-sede da Copa do Mundo, além do desenvolvimento de outros sistemas inteligentes de coleta e tratamento de dados.

Onde o seguro se conecta

Mas será que o mercado segurador está preparado para lidar com este problema? Para empresas privadas, que não contam com a proteção da estrutura governamental, mas que também precisam proteger seus dados e os de seus clientes, o seguro pode ser muito útil, embora não deva ser considerada como único mecanismo de defesa. “As grandes companhias já costumam contar […]

Por |2023-02-24T20:28:14-03:00fevereiro 24th, 2023|Seguradoras, Seguro Cyber|0 Comentários

A história do seguro (2)

Fundamentos do Seguro

A história do seguro remonta a séculos antes de Cristo, quando as caravanas atravessavam os desertos do Oriente para comercializar camelos. Como alguns animais sempre morriam no caminho, os cameleiros firmaram um acordo no qual pagariam para substituir o camelo de quem o perdesse.

No ramo da navegação, também foi adotado o princípio de seguro entre os fenícios, cujos barcos navegavam através dos mares Egeu e Mediterrâneo. Existia, entre os navegadores, um acordo que garantia a quem perdesse um navio a construção de outro, pago pelos demais participantes da mesma viagem.

A preocupação com transporte marítimo tinha como causa interesses econômicos, pois o comércio exterior dos países se dava apenas por mar. A ideia de garantir o funcionamento da economia por meio do seguro prevalece até hoje. A forma de seguro é que mudou, e se aperfeiçoa cada vez mais.

O primeiro contrato de seguro nos moldes atuais foi firmado em 1347, em Gênova, com a emissão da primeira apólice. Era um contrato de seguro de transporte marítimo. Daí pra frente, o seguro foi ainda mais impulsionado pelas Grandes Navegações do século XVI, pela Revolução Industrial e pelo desenvolvimento da teoria das probabilidades associada à estatística.

Seguros no Brasil

A atividade seguradora no Brasil teve início com a abertura dos portos ao comércio internacional, em 1808. A primeira sociedade de seguros a funcionar no país foi a “Companhia de Seguros BOA-FÉ”, em 24 de fevereiro daquele ano, que tinha por objetivo operar no seguro marítimo.

Com o advento da Lei n° 556, de 1850 (Código Comercial Brasileiro), houve o aparecimento de inúmeras seguradoras, que passaram a operar não só com o seguro marítimo, expressamente previsto na legislação, mas também com o […]

A história do seguro

A história do seguro remonta a séculos antes de Cristo, quando as caravanas atravessavam os desertos do Oriente para comercializar camelos. Como alguns animais sempre morriam no caminho, os cameleiros firmaram um acordo no qual pagariam para substituir o camelo de quem o perdesse.

No ramo da navegação, também foi adotado o princípio de seguro entre os fenícios, cujos barcos navegavam através dos mares Egeu e Mediterrâneo. Existia, entre os navegadores, um acordo que garantia a quem perdesse um navio a construção de outro, pago pelos demais participantes da mesma viagem.

A preocupação com transporte marítimo tinha como causa interesses econômicos, pois o comércio exterior dos países se dava apenas por mar. A ideia de garantir o funcionamento da economia por meio do seguro prevalece até hoje. A forma de seguro é que mudou, e se aperfeiçoa cada vez mais.

O primeiro contrato de seguro nos moldes atuais foi firmado em 1347, em Gênova, com a emissão da primeira apólice. Era um contrato de seguro de transporte marítimo. Daí pra frente, o seguro foi ainda mais impulsionado pelas Grandes Navegações do século XVI, pela Revolução Industrial e pelo desenvolvimento da teoria das probabilidades associada à estatística.

Seguros no Brasil

A atividade seguradora no Brasil teve início com a abertura dos portos ao comércio internacional, em 1808. A primeira sociedade de seguros a funcionar no país foi a “Companhia de Seguros BOA-FÉ”, em 24 de fevereiro daquele ano, que tinha por objetivo operar no seguro marítimo.

Com o advento da Lei n° 556, de 1850 (Código Comercial Brasileiro), houve o aparecimento de inúmeras seguradoras, que passaram a operar não só com o seguro marítimo, expressamente previsto na legislação, mas também com o seguro terrestre […]

O Seguro Cyber Como Solução Empresarial

Diariamente, os crimes cibernéticos no Brasil crescem de maneira acentuada. Verdade é que, atualmente, a República está situada em 2º lugar nos casos mais frequentes de ataques cibernéticos mundiais.

De acordo com dados divulgados pela Fortinet Threat Intelligence Insider Latin America, no Brasil, são realizados cerca de 65 milhões de ataques por dia, totalizando 24 bilhões em um ano.

A Fundação Kaspersky anunciou que houve crescimento de 350% nas tentativas de ataques cibernéticos. O mais comum foi o roubo de informações pessoais, objetivando realizar transações bancárias, como, por exemplo, a contratação de empréstimos e transferências.

Diante deste cenário, foi necessário construir mecanismos capazes de promoverem maior segurança aos dados e informações da população, impulsionando o poder executivo a promulgar a chamada LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados.

Além do desenvolvimento tecnológico mundial, pode-se afirmar que o aumento nos ataques cibernéticos tem relação com a pandemia da COVID-19, pois as medidas restritivas implementadas para coibir a disseminação do vírus, foi o isolamento social, fazendo com que as organizações adotassem a modalidade de teletrabalho, ou, popularmente falando, o home office.

Mas qual a relação do estado de saúde pública, o desenvolvimento tecnológico e os crimes virtuais? Simples, diante do trabalho remoto, as empresas precisaram liberar o acesso remoto as suas redes de intranet, havendo maior dificuldade de gerenciamento de possíveis ameaças, o que facilitou os criminosos.

Assim, os crimes ficaram cada vez mais constantes, conferindo grandes prejuízos, impulsionando a busca de soluções para mitigar as práticas ilícitas e resguardar as empresas que, após a vigência da LGPD, foram penalizadas com multas altíssimas, pelo mau tratamento dos dados recebidos. Daí, chegou ao mercado o chamado Seguro Cyber.

Lei Geral de Proteção de Dados

A […]

Por |2021-10-05T14:32:56-03:00outubro 5th, 2021|Seguro Cyber|0 Comentários

Boas práticas de governança na proteção de dados: Proteção de dados na área de Venda

Este artigo objetiva tratar da Proteção de Dados na área de Venda.  Em um primeiro momento são indicados aspectos sobre a LGPD, o crescimento das vendas no comércio eletrônico e as disposições legais que devem ser observadas no processo de vendas. Em seguida a abordagem é direcionada especificamente para a proteção de dados na área de Venda. 

 

Aspectos introdutórios

 

Primeiramente, cabe informar que a LGPD não afeta apenas as empresas de grande porte, atinge pequenas e médias empresas, afeta diferentes áreas / setores dentro da empresa, assim como, diversos setores econômicos.

 

O setor de vendas, de marketing, de atendimento ao cliente, de recursos humanos, bem como, o jurídico são muito afetados, pois lidam e armazenam diariamente dados pessoais dos clientes, dos colaboradores e dos fornecedores.

 

A necessidade de Leis que garantam a Proteção de Dados Pessoais torna-se cada vez mais urgente, pois com a expansão das Tecnologias de Informação e Comunicação, os Estados são interligados, as comunicações passam a ser virtuais, o que interfere diretamente na vida em sociedade, na coleta de dados e no processo de vendas.

 

Observa-se que têm crescido as vendas no comércio eletrônico, em virtude da pandemia de COVID-19. Salienta-se que as empresas de comércio eletrônico devem respeitar as disposições do Código de Defesa do Consumidor e do Decreto nº 7.962 de 2013, que veio para regulamentar o comércio eletrônico. 

 

Além disso, devem observar o Marco Civil da Internet, que indica direitos e deveres, que se relacionam com o uso da internet e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD, que dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, com o objetivo […]

Por |2021-07-22T15:25:51-03:00julho 22nd, 2021|Seguro Cyber|0 Comentários

LGPD: Entenda os riscos para a sua empresa

A Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil (LGPD) surge em um contexto de escândalos mundiais envolvendo o vazamento de informações pessoais. Com a nova legislação o Brasil entra para a lista dos 120 países que possuem leis específicas sobre a proteção de dados pessoais.

Nesse artigo vamos comentar a respeito dessa lei, evidenciando os riscos que ela gera para empresas que atuam em diversos segmentos. Voltada para trazer mais segurança para particulares, a LGPD pode sujeitar empresas a um risco sem precedentes, tendo em vista as penalidades que ela estabelece.

O que é a LGPD

A Lei Federal n. 13.709/2018, conhecida pela sigla LGPD, regulamenta a coleta, o armazenamento, o tratamento e o compartilhamento de dados pessoais por parte das empresas. No geral, a lei estabelece as regras aplicáveis, bem como as penalidades a em caso de descumprimento.

Essa é a primeira lei específica na legislação brasileira sobre dados pessoais. Antes a matéria era regulamentada de forma esparsa, no contexto de outros documentos, como é o caso do Código de Defesa do Consumidor e do Marco Civil da Internet. A proposta da lei é trazer mais eficiência e segurança para a gestão de dados pessoais.

Em sua estrutura, a LGPD está dividida em dez princípios, que devem ser observados pelas empresas, com relação aos dados de particulares, como é o caso dos clientes. Além dos princípios, estão previstas penalidades e um modelo de fiscalização. Dessa forma, espera-se que a lei seja cumprida pelas companhias.

Para quem a Lei foi criada

Apesar de visar a proteção das pessoas, com relação aos dados pessoais, a LGPD atinge especialmente as […]

Por |2021-02-23T15:30:34-03:00janeiro 30th, 2020|Seguro Cyber|0 Comentários

Veja se a sua empresa está preparada para a Transformação Digital

O mercado vai mudando numa velocidade que quase nenhum empresário está conseguindo acompanhar e a transformação digital veio para ficar em 2018. Mas você já parou para se perguntar e analisar se sua empresa está preparada para tudo isso?

Todos os mercados são afetados diariamente por esse movimento disruptivo global e uma pesquisa feita pela consultoria global Protviti no final de 2017 entrevistou um grupo com mais de 728 empresários, composto por líderes executivos de diversas regiões e setores de mercado do mundo. A conclusão de tudo está no relatório: “Perspectivas de Executivos para os Principais Riscos em 2018.”

A pesquisa, composta por 30 questões individuais, usando uma escala de zero a dez, sinalizou que em termos globais, 2018 será um ano menos conturbado que seus antecessores. Diferente de 2017, onde a incerteza rondava todo cenário político e econômico do mundo, 72% dos entrevistados desse ano afirmaram ter mais medo dos avanços de tecnologia e inovações disruptivas do que propriamente dos cenários políticos e econômicos do mundo.

  1. A cultura da organização não incentivará a identificação e o reporte das questões de risco;
  2. Os desafios relativos à capacidade de atrair e reter os principais talentos da companhia podem limitar o alcance de metas operacionais;
  3. Assegurar a boa gestão de privacidade e segurança da informação, bem como a proteção do sistema exigirão dos executivos recursos significativos;
  4. As condições econômicas nos mercados que atualmente atendemos podem restringir significativamente as oportunidades de crescimento;
  5. A incapacidade de utilizar a análise de dados importantes para alcançar inteligência de mercado e aumentar a produtividade e eficiência afetará a gestão das operações e os planos estratégicos;
  6. As companhias existentes não serão capazes de atender as expectativas de […]
Por |2021-01-29T18:21:04-03:00maio 13th, 2019|Seguro Cyber|0 Comentários